Um dos cursos de destaque no cardapio do Rancho São Miguel, como Núcleo de Conhecimento sobre o Cavalo e sua natureza é o Curso de Liderança Corporativa. Empresas e corporações podem analisar os conceitos aqui alinhados e marcar uma reunião de apresentação ou uma demonstração de um módulo para organizar a demanda especifica para questões localizadas em sua área de atuação. Profissionais que buscam maior segurança e precisam consolidar sua liderança podem organizar um grupo de interesse comum e agendar um curso conosco.
O Cavalo nos ensina:
LIDERANÇA
CLAREZA NA COMUNICAÇÃO
DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO DE EQUIPES com BASE na CONFIANÇA E COOPERAÇÃO
COACHING COM CAVALOS
ESTAMOS CONTENTES EM APRESENTAR UM MODELO DE APRENDIZAGEM UNICO E PODEROSO DE DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL, COM APOIO DE CAVALOS, UM SER DE QUATRO PATAS, GENEROSO, COMPASSIVO E COOPERADOR, QUANDO RESPEITADO EM SUA ESSENCIA E LINGUAGEM.
O conceito de aprendizagem com apoio de Cavalos (Equine Assisted Learning) , está sendo utilizado nos Estados Unidos e Europa com muito êxito há mais de 10 anos.
POR QUE O CAVALO?
Na natureza são predados. São seres gentis, submissos sem serem subservientes, colaboradores, tem na sua essência, como emoção dominante, o medo.
Com isso nos ensinam. Grandes, são sensíveis, fortes, são delicados e requerem cuidados especiais, rápidos, exigem atitudes integradas e na base da cooperação com humanos, nos entretêm em espetáculos de rara beleza.
Quando convocados como agentes terapêuticos para pessoas portadoras de necessidades especiais, identificam quem os está montando.
Já proporcionaram momentos, como permitir a um autista montado que, pela primeira vez, conectasse com o mundo exterior. A um portador de síndrome de down, que aprendesse a falar em três meses.
Corporativamente são mestres em ensinar a natureza da Liderança. Reconhecem e pedem líderes confiáveis, assertivos, sérios, integrados, capazes de respeitar o tempo de cada um e pedem uma direção segura a seguir, pois sua sobrevivência depende disso. Como a atividade equestre é hoje, além de arte e esporte, uma Ciência, na medida em que nos aperfeiçoamos no conhecimento sobre a natureza do cavalo, seu comportamento, padrões de respostas, fisiologia, podemos trabalhar melhor em parceria com eles para tentar obter a máxima cooperação e não apenas que ele se submeta a atender os caprichos de um cavaleiro.

Eles sobreviveram por milhares de anos devido à sua natureza altamente social, sua capacidade de saber relacionar-se com outros seres, iguais ou não e a establecer Relações de cooperação com eles, pela clareza na forma de comunicar.
Eles são especialistas em responder e amplificar instantaneamente a qualquer experiência do momento, incluindo pensamentos, sentimentos e emoções daqueles que estão próximos.
Sua sobrevivencia, como já afirmamos, depende também da boa liderança e aceitação de funções dentro da manada, ou grupo de individuos com quem convive. O cavalo é gregário (vive melhor em grupos) como os Humanos e convivem bem com diversidades de intereses, ensinando muito sobre o real sentido do que é RESPEiTO.
Eles são companheiros ideais para ensinar a liderança e trabalho em equipe.
Suas respostas ao nosso comportamento ao nos dar um feedback claro e preciso do que realmente acontece, e como nos são percebidos.

Alguns dos benefícios de trabalhar com os cavalos são:
-eles não julgam,
-não se esquecem.
-Não permitirão armadilhas
-Seu feedback é instantânea e honesto.
Eles não podem ser manipulados


Não é necessária qualquer experiência anterior com cavalos.
Um Líder motivador e motivado lidera melhor
Já vai longe o tempo em que o líder (anteriormente chamado de “chefe”) tinha de ter sizudo, ter cara feia, ou seja, de poucos amigos.
Atualmente, esse tipo de líder está, cada vez mais, sendo desprezado, porque o líder moderno precisa ter uma atitude motivadora constantemente.
Vejamos a seguir algumas coisas que ele consegue fazer quando é do tipo que motiva:
• A equipe confia plenamente no que ele diz.
• A equipe sabe que pode contar com ele, o tempo todo.
• Os membros da equipe sabem que ele inspira confiança.
• Os membros da equipe sentem-se à vontade para discutir idéias.
• A equipe, como um todo, tem livre acesso quando precisa resolver assuntos mais sérios.
Esse é o tipo de líder que as empresas e pessoas precisam para alcançar êxito em todas as atividades a que se propõem.
O líder motivado não é apenas aquele que aplaude o resultado positivo da sua equipe; é aquele que sabe também “puxar a orelha” dos seus liderados, com elegância e com determinação, falando “olho no olho” para que erros primários não sejam mais cometidos.
Enfim, o líder motivado sabe conduzir com firmeza e sabedoria todos aqueles que fazem parte da sua equipe, visando atingir as metas que o grupo define como suas também.
Líderes precisam ser exemplares
É difícil pensar que alguém consiga ser líder sem dar exemplos. As pessoas normalmente observam o líder, procurando identificar quem ele é, o que faz e diz.
Uma das chaves é falar o que faz e fazer o que fala. É ter credibilidade, o primeiro passo para a construção da confiança. Com cavalos e também com pessoas, não existe uma segunda chance de causar uma primeira boa impressão. Mas só isso não basta.

Você sempre tem que fazer o que prometeu. Cada vez mais as empresas procuram profissionais éticos. Agir corretamente não é apenas uma questão de consciência, mas um dos quesitos fundamentais para quem deseja ter uma carreira respeitada.
A importância da ética nas organizações cresceu com a redução das hierarquias e a maior autonomia dos profissionais. A disputa por melhores espaços corporativos, pela carreira, aumentou e, com isso, o desejo de se destacar também. Nos últimos anos, as empresas viraram um campo fértil para a omissão, má conduta e mentira, por parte de profissionais acomodados na zona do conforto, aqueles que adotam o risco mínimo, sem qualquer comprometimento. O Cavalo nos ensina quando ele não reconhece como líder merecedor de sua confiança, quem age assim com ele, no caso, maus treinadores.
Mas afinal o que é ser ético? É que agir corretamente, sem prejudicar os outros, simples assim. É pensar no coletivo, na equipe, nos objetivos, enquanto está tranquilo com a própria consciência e também agir de acordo com os valores morais de uma determinada sociedade.
Os discursos motivadores, eventos, festas, campanhas sempre são uma coisa positiva, mas as pessoas prestam mais atenção no que os seus líderes fazem do que no que dizem.
Portanto, demonstrar envolvimento com as mudanças que quiser fazer acontecer para conseguir ter sucesso é o primeiro passo. Peter Drucker tem uma frase famosa e guia: “Primeiro, você tem de perguntar o que é certo, depois o que é possível – sempre nessa ordem”.
O Difícil Gerenciamento de Pessoas
Mais de 80% dos problemas de qualquer empresa estão situados no plano emocional, na esfera de relacionamento entre as pessoas, o que piora quando uma equipe se reúne e ante qualquer problema ou dificuldade a ser analisada, seus membros fazem julgamentos e referencias pessoais “a fulano disse, beltrano concordou”, pois estas referencias pessoais armam respostas defensivas, dividem o grupo, porque um ou uma amigo (a) do que foi citado podem se solidarizar e “defende-lo do que foi percebido como ataque ou ofensa ou ameaça”.
Considerando a dificuldade do líder cobrar o time, temendo parecer chato e construir uma imagem negativa, percebe-se a presença psicológica de uma auto-ilusão. Ela leva incontáveis chefes a reduzir seu grau de cobrança sobre a qualidade das tarefas e principalmente sobre o grau de comprometimento e entrega de energia de cada membro da equipe no trabalho.
A liderança com CAVALOS, como não tem e não permite manipulação, mas parte do respeito, da motivação, da escolha do objetivo como sendo dele também, nos revela com o um grande espelho da liderança, quanta energia e disposição ele está disposto a colocar no trabalho proposto, seja em um trabalho de base ou numa prova hípica olímpica.

Na base de tal comportamento está o desejo de se criar uma atmosfera amistosa, mesmo que falsa. Mas o fato, contudo, revela a deficiência a serviço do bem-estar, da zona do conforto em prejuízo da empresa e da equipe. No entanto, além da política da boa vizinhança, o que leva o líder a agir de modo tão pessoal?
É prudente refletir, por meio da observação tanto das atitudes dos trabalhadores quanto dos resultados que se evidenciam diariamente. Da análise, pode emergir a razão que cria e sustenta o jogo de interesses particulares: a falta de preparo para a adequada gestão da liderança.
O despreparo em atuar como líder em situações acima das suas condições leva-o a minimizar convenientemente o parâmetro da qualidade dos resultados, implicando na redução automática da cobrança sobre a equipe. Todos ficam bem, a exceção daqueles que buscam desafio e crescimento. O conforto, portanto, é agradável e bastante tentador. É fácil se submeter a tal condição. Difícil é sair dela.





















